domingo, 11 de outubro de 2015

5 mistérios antigos que estão próximos de serem solucionados


arqueologo
Mesmo com tantas descobertas recentes sobre o passado da humanidade, algumas perguntas continuam sem respostas. No entanto, indícios apontam que elas podem estar próximas de serem finalmente solucionadas. Com a ajuda de computadores poderosos e novas ferramentas tecnológicas de monitoramento, arqueólogos chegam cada vez mais perto de entenderem mais sobre antigas civilizações.
Um grande exemplo disso é o túmulo de Alexandre O Grande, até hoje o local em que o imperador foi enterrado é um verdadeiro mistério, mas ele pode estar próximo de ser solucionado. A seguir você vai conferir esse e outras incógnitas históricas.

1 – Encontrar o túmulo de Genghis Khan ou Alexandre, o Grande

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Uma nova tecnologia permite que arqueólogos observem o subterrâneo sem precisar cavar. A técnica está sendo usada no projeto “Valley of the Khans”, que está usando imagens de satélite para identificar os locais em que Genghis Khan pode estar enterrado. Quando esses locais forem delimitados, o radar ajudará a confirmar a existência ou não do seu túmulo. Além do túmulo do Genghis Khan, a tecnologia também pode ajudar a encontrar o túmulo de Alexandre, O Grande.

2 – Entrar no túmulo do primeiro imperador da China

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Outro túmulo que representa um verdadeiro mistério é o de imperador chinês Qin Shi Huang Di. No entanto, no caso dele os arqueólogos sabem exatamente a localização, mas não como abri-lo. Como há muitos itens nocivos preservados no túmulo por mais de 2.000 anos, os pesquisadores têm receio de abri-lo.

3 – Decifrar a linguagem da antiga civilização minóica

minoica
A civilização minóica do Mediterrâneo foi descoberta há mais de um século, mesmo assim, os estudiosos ainda não conseguiram decifrar a língua misteriosa falada por ele, que é conhecida como Linear A. No entanto, uma tecnologia de software e hardware de supercomputadores pode ajudar com isso.
“Até agora, temos mais de 1.400 exemplos de Linear A para estudar. E temos o Big Data em nossa caixa de ferramentas. Por que não colocar o Watson da IBM para trabalhar?”, afirma um dos arqueólogos envolvidos no projeto.

4 – Recuperar um Neandertal intacto

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Com o derretimento das camadas de gelo e geleiras estamos cada vez mais próximos de descobrir um Neandertal bem preservado. Se isso realmente acontecer, o sonho de muitos cientistas será realizado. Arqueólogos apostam que um achado com a forma parecida com de um bebê mamute de 40.000 anos de idade poderá ser encontrado na Sibéria.

5 – Confirmar a presença Viking na América do Norte

viking
Outra “ajudinha”  das geleiras pode revelar os alguns achados nas costas do Canadá. Uma rede de assentamentos vikings pode estar próxima de ser descoberta, fazendo com que a história das Américas precise ser reescrita.
Dois locais Viking  já foram encontrados nas Américas e mais deles podem ser encontrados ao longo da costa atlântica.

Hitler realmente cometeu suicídio? Para o FBI ele morreu de velhice na Argentina!


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Muitos acreditavam que Hitler ter sobrevivido ao ataque russo era apenas mais uma inusitada teoria da conspiração. Mas o FBI afirma que não. Segundo documentosdivulgados pelo próprio órgão, o ditador nazista indicam que Hitler conseguiu escapar com ajuda dos serviços de inteligência aliados.
O deslocamento para a argentina não era nenhuma novidade, o tenente-coronel nazista  Adolf Eichmann também escapou da prisão e foi levado a Argentina para viver em tranquilidade com toda a família. O caso Eichmann ficou conhecido porque um comando do serviço secreto israelita, chamado Mosad, o descobriu e o levou contrabandeado para o Israel, onde ele seria julgado. O Mosad passou por cima de todas as leis de extradição do país latino.
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Para o serviço secreto, a história de Adolf Eichmann se repetiu com Hitler, ou ao menos a primeira parte dela. De acordo com a história, quando os russos fecharam o cerco sobre o ditador, ele se negou a abandonar Berlim e se matou. O corpo de Hitler teria sido queimado no jardim da chancelaria, onde foi descoberto dias depois pelos soldados soviéticos que o levaram como troféu para Moscou.
O suicídio de Hitler não era questionado, até que em 2009 o arqueólogo Nicholas Bellatoni conseguiu uma autorização para realizar um teste de DNA nos fragmentos do crânio até então considerado do ditador, mas os resultados indicaram que o material genético do osso não pertencia a ele. Se aqueles não eram os restos mortais de Hitler, então o que aconteceu com ele?
Foi o que o FBI buscou selecionar. A rota de fuga do líder nazista foi reconstruída e o FBI notou que no dia 22 de abril, um dublê chegou no complexo em que Hitler vivia, ele, por sua vez, embarcou para a Áustria, de lá para a Espanha e do país teria ido de submarino até a Argentina.
Três meses após a guerra, dois submarinos alemães se renderam em Mar del Plata, na Argentina, eles provavelmente foram usados na fuga. Um informante, que teve a identidade mantida secreta nos documentos do FBI, afirma que foi o responsável por receber o ditador e a sua esposa Eva Braun assim que eles descessem do submarino e os levasse até uma residência nas proximidades de Bariloche.
submarino
A testemunha foi vital para dar andamento às investigações e forneceu vários detalhes sobre a fuga de Hitler. Além disso, o adjunto naval da embaixada norte-americana na capital da Argentina registrou em 1945 que o ditador nazista provavelmente escapou da Alemanha e foi viver na Argentina. Segundo informações, o governo de Perón teria montado uma logística para receber e acobertar nazistas com ajuda dos serviços secretos aliados.
Os aliados teriam recebido militares alemães em troca de informações sobre o exército vermelho, táticas de luta contra o comunismo e dados sobre o terreno da URSS, que seriam de alto valor em caso de conflito. Os militares nazista chegaram inclusive a ser recrutados para lutar contra o comunismo.
O informante do FBI teve as declarações consideradas verdadeiras, pois a pessoa teria grande crédito. Até o general Eisenhower, comandante supremo das tropas aliadas e, à época, um futuro presidente dos Estados Unidos, concordou que Hitler provavelmente estaria vivo e residindo na Argentina. A grande questão que paira no ar é: Se sabiam que Hitler estava vivo, por que não o prenderam?

sábado, 10 de outubro de 2015

A Mitologia Brasileira

Jeová, Thor, Zeus, Hórus, Júpiter... Você provavelmente já ouviu falar em todos eles. Mas alguma vez na vida você já parou pra pensar sobre os deuses das culturas nativas do Brasil? Ao que parece, nossa herança cultural nativa é sempre sub-julgada pelas culturas estrangeiras... por isso, nós do Curto e Curioso fizemos uma grande pesquisa e reviramos a internet de ponta-cabeça a fim de resgatar um pouco dessa história.

Durante nossa pesquisa, descobrimos informações valiosas no site 'Galeria do Meteorito', com suas matérias sobre as constelações indígenas, que nos ajudaram muito. E se você se interessa pelo assunto vale a pena visitar. Agora você terá a chance de conhecer um pouco da rica cultura dos nativos brasileiros, e de algumas das mais importantes divindades: os deuses dos índios do Brasil.


Nhanderuvuçu

Nhanderuvuçu
Conhecido também como Nhamandú, Yamandú ou Nhandejara, é considerado como o deus supremo da mitologia tupi-guarani. Nhanderuvuçu não tem uma forma antropomórfica, pois é a energia que existe, sempre existiu e existirá para sempre, portanto Nhanderuvuçú existe antes mesmo de existir o Universo. No princípio ele destruiu tudo que existia e depois criou a alma, que na língua tupi-guarani se chama "Anhang" ou "añã"; "gwea" significa velho(a); portanto anhangüera "añã'gwea" significa alma antiga. Nhanderuvuçú criou as duas almas e, das duas almas (+) e (-) surgiu "anhandeci" a matéria. Depois ele desejou lagos, neblina, cerração e rios. Para tudo isso, ele criou Iara, a deusa dos lagos. Depois criou Tupã que é quem controla o clima, o tempo e o vento, Tupã manifesta-se com os raios, trovões, relâmpagos, ventos e tempestades, é Tupã quem empurra as nuvens pelo céu. Nhanderuvuçú criou também Caaporã (Caipora) o protetor das matas por si só nascidas, e protetor dos animais que vivem nas florestas, nos campos, nos rios, nos oceanos, enfim o protetor de todos os seres vivos.

Iara

Iara deusa indigena
Deusa das águas, também conhecida como Uiara, ela é vista como uma linda sereia que vive nas profundezas do rio Amazonas, de pele parda, cabelos verdes longos e olhos castanhos.

Abaçai

Abaçai deus indigena
É o deus da guerra, um tipo de 'Áries' ou 'Marte' dos nativos. É o espírito guerreiro que se apossa do índio que se prepara para batalhas sangrentas. Por isso, dizem que aqueles preparados para a guera estão "abaçaiados".

Angra

angra deusa do fogo
A deusa do fogo da mitologia tupi-guarani.

Andurá

Andurá
Uma árvore fantástica e surreal, que a noite se inflama subitamente, se parecendo bastante com a forma através da qual o deus judaico-cristão se comunica com seus profetas.

Chandoré

Chandoré tupi
Deus da mitologia tupi-guarani. Segundo a lenda, teria sido enviado para matar o índio malvado Pirarucu, que desafiou Tupã, mas fracassou, pois Pirarucu se jogou no rio. Como castigo o índio transformou-se em um peixe, que leva o seu nome.

Sumé

sumé deus indigena
Também conhecido como Zumé, Pay Sumé ou Tumé, entre outros nomes, é a denominação de uma antiga entidade da mitologia dos povos tupis do Brasil cuja descrição variava de tribo para tribo. Tal entidade teria estado entre os índios antes da chegada dos portugueses, e transmitido uma série de conhecimentos como a agricultura, fogo e organização social, e seria uma espécie de deus das leis e das regras. Era visto com cabelos amarelos, voava por todo lugar, e inclusive mergulhava sob as águas do mar, até quando desapareceu. Sumé deixou dois filhos, Tamandaré e Ariconte, que eram muito diferentes e odiavam um o outro.

Rudá
Rudá deus do amor
O deus do amor, que vive nas nuvens. Seu trabalho é o de despertar o amor no coração das mulheres. Equivalente a deusa Hathor da mitologia egípcia, Vênus da mitologia romana, e Afrodite da grega.

Tupã
Tupã deus do trovão
Seria um tipo de líder na mitologia tupinambá, senhor dos trovões e tempestades. Em analogia simples, poderia ser comparado ao deus grego Zeus, ou mesmo ao deus nórdico Thor, pois ele compartilha a mesma explicação comum nos deuses dos povos antigos para os relâmpagos. Tupã também tem a característica da onipresença, que é muito comum nas religiões cristãs, judaica e islâmica. Os jesuítas, na época da colonização, difundiram uma opinião errônea de que o trovão em sí seria um deus indígena, sendo que na verdade, ele é apenas a maneira utilizada por Tupã para se expressar.

Jaci
Jaci deusa da Lua
A deusa da Lua e da Noite seria responsável pela magia e encanto dos homens. Teria sido criada por Tupã para dar beleza à Terra. Irmã de Iara (deusa dos lagos serenos), Jaci tornou-se esposa do próprio Tupã. Outras versões da mitologia indígena dizem que Jaci seria esposa e/ou irmã Guaraci, o deus Sol. Jaci é equivalente a Vishnu  dos hindus e Ísis dos egípcios.

Guaraci (ou Quaraci)
Guaraci deus Sol
Guaraci é a representação do deus Sol, responsável pela luz, vida e pureza do planeta Terra, assim como Brahma (hinduísmo) e Osíris (egípcio).

Yorixiriamori
Yorixiriamori
Esse deus encantava as mulheres com seu belo canto, o que despertou a inveja dos homens que tentaram matá-lo. Por isso, ele fugiu para o céu sob a forma de um pássaro. É um personagem do famoso mito "A árvore cantante", dos índios Ianomâmis.

Anhangá
Anhangá
Os jesuítas propagaram a imagem errônea de que Anhangá seria o equivalente ao Diabo da religião Cristã, porém, Anhangá (que significa espírito) seriam almas que vagam pela Terra, que podia assumir qualquer forma, mas que seria mais visto como um veado com olhos de fogo. Além disso, Anhangá seria o protetor dos animais, protegendo-os contra caçadores. Quando um animal consegue escapar miraculosamente durante uma caça, os índios atribuem tal façanha a Anhangá.

Jurupari
Jurupari
Filho da índia Ceuci, que após comer um fruto proibido para moças no período fértil (fruta mapati), ficou grávida miraculosamente, após o suco da fruta escorrer pelo seu corpo nu. Quando o conselho de anciãos soube da história de Ceuci, ela foi punida com exílio, onde teve seu filho, chamado Jurupari, enviado do deus Sol Guaraci, que teria como missão reformular os costumes e o modo de vida dos homens, que eram submetidos às mulheres. Visto como o grande Legislador, com 7 dias de vida já aparentava 10 anos de idade, e sua sabedoria atraiu as pessoas que ouviam seus ensinamentos enviados pelo deus Sol. Por sua vez, a história contada pelos jesuítas atribui Jurupari a uma espécie de demônio que visita os sonhos das pessoas, dando origem aos pesadelos, pois o ritual de Jurupari era o mais praticado na época da colonização. O ritual exclusivo para homens, inclui músicas com flautas, flagelações, tabaco e coca e alucinógenos.

Ceuci
Ceuci deusa
Deusa da lavoura e das moradias, representada pela estrela mais brilhante da constelação de Plêiades. Quando na Terra, era mãe de Jurupari, o enviado do Sol/Guaraci, se submeteu ao novo método patriarcal das tribos. As mulheres não podiam participar dos rituais de Jurupari, pois os deuses matariam a intrusa. Certa vez, Ceuci com saudade de seu filho, aproximou-se dele durante um cerimonial, e foi quando ela foi atingida por um raio, enviado por Tupã. Jurupari, também filho do Sol, foi enviado para ressuscitá-la, mas não o fez para não desobedecer a lei dos deuses. Ele a acalmou dizendo que iria brilhar no céu, e encontrar o deus Guaraci, e nesse momento, Jurupari chorou. Por isso, quando faz Sol e chuva ao mesmo tempo, os índios dizem que o espírito de Jurupari está por perto.

Akuanduba
Akuanduba
Uma divindade dos índios araras, toca a sua flauta para dar sustentação e ordem ao mundo, representando a harmonia divina.

Wanadi
Wanadi
Deus dos iecuanas, faz parte de um mito em que o Sol teria criado três seres vivos para habitar o mundo. Apenas Wanadi nasceu perfeito enquanto que os outros dois seriam responsáveis pelo mal do planeta.

Yebá Bëló
Yebá Bëló
Chamada de “mulher que apareceu do nada”, é citada como a responsável pela criação da humanidade segundo os Dessanas. De acordo com a lenda, teria moldado os homens e mulheres das folhas de coca que masca, chamadas de ipadu.

Caipora
Caipora
O nome caipora vem do tupi-guarani Caapora, e quer dizer "habitante do mato". Caipora é representado pela forma de um índio jovem, coberto de pelos e vive montado em uma espécie de porco-do-mato. Ele é o guardião da vida animal. É ele que estala os galhos, faz assobios e dá falsas pistas para desorientar os caçadores. Reza a lenda que Caipora seria canibal, se alimentando de tudo e todos que caçam nas florestas, punindo homens, insetos ou até outros animais. Caipora é responsável por punir, principalmente, aqueles que caçam além da necessidade.

Tupi
Tupi deus
Personagem primordial de todos os povos tupis. O antepassado principal, que deu origem à todos os índios. Por isso, muitas nações tupis criaram seus nomes como homenagens a tupi: tupinambás, tupiniquins, tupiminós, tupiguaés, etc...

Os deuses brasileiros